17 de ago de 2008

The Legend of Zelda: The Twilight Princess (Nintendo Wii)

Apenas 2 anos após seu lançamento, trago-lhes em primeira mão uma review do game "The Legend of Zelda: Twilight Princess", para Nintendo Wii. E não é só isso... deixo aqui PROMETIDA uma review de Metal Gear Solid 4: Guns of The Patriots, para 2010!

Deixo claro que a presente review é para o Wii, pois também foi lançada uma versão para o Gamecube. Talvez isso seja de conhecimento comum, mas eu nunca tinha ouvido falar da versão do cubo, lapso vergonhoso para um nerd de ofício.

Na minha concepção, Zelda trata-se da franquia de maior prestígio do mundo dos games. Talvez "Mario" figure ali, lado-a-lado, mas definitivamente Zelda mostra-se como a que mais agrada aos gamers. Inclusive muitos dos mais hardcore.

Ao resolver escrever este post, fui abatido por uma curiosidade com relação à origem do nome Zelda. Atirei os dados necessários para a pesquisa na barra do google; contudo, não encontrei resultado satisfatório. Enquanto a Wikipedia afirma que o nome significa "guerreira", ou um apelido para Griselda, que significa "batalha escura" (não especificando em qual idioma), outros sítios fazem referência a "aquela de cabelos cinza" ou até mesmo "guerreira de cabelos cinza" vindo de alguma antiga língua germânica, ou "aquela que é bem-quista" vindo do grego, e até um nome que significa "felicidade" em hebraico. Eu, particularmente, nunca conheci nenhuma Zelda pessoalmente. Até hoje só ví uma repórter da globo com o nome:



Acho certo dizer que "Twilight Princess" é uma evolução de "Ocarina of Time", e "Majora's Mask" respectivamente. Pra mim são dois (3) jogos marcantes, de duas diferentes épocas de minha vida, cada ocasião marcada por motivos e de maneiras diferentes.

Os controles te "TP" constituem uma diversão à parte. É verdade que não seguem precisamente os movimentos do usuário, mas hey, depois que o usuário se acostuma com os movimentos de Link (e depois de 6 latinhas de ceva), é o usuário quem imita os movimentos do personagem. xD

O enredo, como é de se esperar, é extremamente envolvente, sempre despertando o interesse do jogador e fazendo com que este sinta-se impelido a buscar a verdade e descobrir o que está acontecendo. O crepúsculo é uma ocasião exaltada, o que me faz lembrar de crenças do shamanismo mexicano. "O crepúsculo é a senda entre os mundos", dizia Don Juan Matus, célebre personagem. Confirmei minha suposição à respeito do embasamento mitológico do game (ao menos em boa parte) ao ver no começo Link sendo apenas capaz de vagar pelo mundo do crepúsculo em forma de lobo. Outro ponto que demonstra essa relação é a conhecida "Kakariko Village", desta feita com aparência desértica, sendo a pousada do shaman Renado. Também muito legal foi ver que Ganondorf tornou-se uma espécie de deus, como sempre muito ambicioso.

No que diz respeito à jogabilidade... acho que aqui se encontra a grande semelhança entre as versões de Zelda para 64 e para Wii. Desde o famoso "z-targeting" até a estrutura das dungeons (buscar equipamentos específicos para resolver puzzles e encontrar a chave para a sala do chefe, que deve ser derrotado com o item que diz respeito ao calabouço), a mesma linha do Ocarina é seguida. E nas lutas contra os "chefões" foi onde eu mais me diverti. A tendência Shadow of the Colossus é perceptível. Monstros enormes a serem derrotados por um guerreiro com uma espada em riste formam a mais romântica de todas as imagens. A seguir, um video daquela que foi a batalha onde mais me diverti:



Grande jogo, e o Reclusão Social recomenda!

3 comentários:

BOI disse...

Esse Zelda é mto bom. Me faz lembrar as épocas que eu jogava muito Ocarina of Time. Jogo recomendado!

Klein disse...

Póds crer boi. Certeza que rola uma nostalgia enquanto o cara tá jogando.
To aguardando as reviews que tu rometeu pra DS e GC hein! vlww

Thiago disse...

Pô, como assim não conhece ninguém? E a Armação Ilimitada, Zelda Scott, um clássico!! :-D