Realmente a Nintendo ganhou a gerra dos novos consoles desta geração com o Nintendo Wii e o Nintendo DS. A prova disto é o rumor confirmado na E3 deste ano sobre o novo controle do Xbox 360, uma câmera que cópia os movimentos do jogador sem a necessidade de controller. Segundo os mesmos rumores a Sony apresentará o seu novo controle de sensores de movimentos para Playstation 3, também na E3 de 2009. Um controle mais parecido com os controles do Wii. E a Nintendo o que vai fazer. Nada HAUEHAuehaUEHAU Vai lançar o Wiimote Plus, um acessório para dar uma melhorada nas capturas do movimento do controle atual do seu console de mesa. E só! Aparentemente a Nintedo estará mais focada em jogos daqui para frente, pois o seu console já possui os "controles copiados"(AHUEHAueaUhUAe) e já tem uma base de 50 milhões de Wii vendidos(o Nintendo DS, portatil desta geração da Nintendo, já passou a marca dos 100 milhões consoles vendidos e está quase alcançando as vendas do lendário Playstation 2). Isso prova que o mais importante é a diversão e não com quantos bilhões de poligonos se fazem um personagem. O Nintendo Ds e o Wii, que são considerados muito toscos pelos nerds high techs, além de apresentarem novas maneiras de se jogar videogame, são realmente muito divertidos e simples, como todo bom videogame deveria ser(eles vendendem muito, mas muito mais mesmo que os seus concorrentes mais "poderosos"). Por acaso alguém é tão velho de não se lembrar que os jogos do Nintendinho(um dos videogames mais fodas do universo), em sua grande maioria, era só apertar o botão Start para começar a jogar, sem abertura e sem mais nenhuma frescura. E para quem pensa que só sai merda para os consoles da Nintendo, que só tem jogos casuais para mongolões, é melhor dar mais atenção. A maioria das franquias dos atuais consoles tem sido convertidos para os seus videogames e fora os exclusivos como Madworld, No More Heroes e GTA Chinatown Wars, que são obras primas do mundo do entretenimento. Como a base dos consoles da Nintendo são maiores que as dos concorrentes e os jogos são mais baratos de produzir, as produtoras estão dando um foco muito maior para a Nintendo. Algo que não viamos deste a época do saudoso do Super Nes(Super Famicom no japão). Podendo apostar em conversões e também em novas fráquias. Isso é merecido, pois a Nintendo é a única empresa do ramo que só faz videogame que ainda continua firme na batalha(a SEGA já era faz tempo), sendo desafiada por uma empresa que até algum tempo atrás só fazia sistemas operacionais para computadores e outra que se dedica a criar os eletrodomésticos mais caros que uma pessoa pode ter AHEUAheuaHUEAheuaHEAUhu Abaixo segue o vídeo do novo controller do Xbox 360, entitulado como Project Natal. Até na propaganda a Microsoft tá copiando HAUEHAueha. E um viva para a Nintendo, pois alguém tem que inventar para que os outros possam copiar AUEHAuehaUEHAuaU
01/06/2009
11/04/2009
Programa em C++ para converter de binário para decimal
Desenvolvi esse programinha pra converter números inteiros "binários" em decimais. Para tanto, fiz usa do paradigma POG (programação orientada à gambiarra) de programação. O lance é que não vale usar qualquer tipo de comando. Na verdade, apensa if, else e while.
Quem souber onde o código pode ser melhorado, por gentileza me diga. De preferência, que se elimine o uso da variável "patch".
#include <iostream>
using std::cin;
using std::cout;
using std::endl;
int main()
{
int bin;
int power = 1;
int div = 10;
int dec = 0;
int patch=1;
int aux;
cout << "Entre numero binario a ser convertido: ";
cin >> bin;
aux = bin;
while (bin > 0)
{
if (aux%div != 0)
{
dec += power;
aux-=patch;
}
power *=2;
div *= 10;
patch*= 10;
bin /= 10;
}
cout << dec << endl;
}
Quem souber onde o código pode ser melhorado, por gentileza me diga. De preferência, que se elimine o uso da variável "patch".
#include <iostream>
using std::cin;
using std::cout;
using std::endl;
int main()
{
int bin;
int power = 1;
int div = 10;
int dec = 0;
int patch=1;
int aux;
cout << "Entre numero binario a ser convertido: ";
cin >> bin;
aux = bin;
while (bin > 0)
{
if (aux%div != 0)
{
dec += power;
aux-=patch;
}
power *=2;
div *= 10;
patch*= 10;
bin /= 10;
}
cout << dec << endl;
}
26/03/2009
Análise GTA Chinatown Wars
Saiu estes dias o Grand Theft Auto para Nintendo DS, Chinatown Wars. Levando em consideração que o Nintendo DS é um videogame mais voltado para jogadores casuais, com comandos através da tela de toque e com um hardware bem menos poderoso que o seu rival Sony PSP, pensou-se que o jogo seria bem mais ou menos. Mas não. Jogando esta versão vai ser fácil notar que fazer "terrorismo" nunca foi tão divertido como este em um videogame portátil.
Familia Lee
Como o próprio nome sugere, o seu personagem neste jogo é um chinês que vem tentar a sorte em Libert City, a mesma cidade do GTA III e GTA IV, e logo no inicio do jogo ele já é tocado na água dentro de um carro. Neste inácio começa uma das adições mais legais do jogo, o uso da tela de toque. Para salvar Huang Lee é necessário quebrar o vidro da janeça do carro batendo na tela com a stylus. Além de quebrar vidros, a tela de toque é usada para criar coqueteis molotovs, arrombar carros, tocar granadas, vender drogas, e-mails, pda, gps, mapa do jogo, estações de rádio, escolha das armas entre outras coisas.
Vida de traficante
Uma das novas adições do jogo é o tráfico de drogas. Nas missões tu consegue tirar uma grana. Também pode se ganhar grana trabalhando de taxista, mas nada se compara ao tráfico de drogas. Após algumas missões estará disponível no mapa do jogo os "dealers" que são as pessoas que compram e vendem as drogas no jogo. Eles entram em contato através de e-mail e nos próprios e-mail já vem com a direção a seguir pelo GPS do jogo(mais abaixo tem uma explicação melhor sobre o GPS).As drogas que podem ser compradas e vendidas, são Heroina, Cocaina, Ecstasy, Acido, Maconha e uns Anti Deprecivos. Infelizmente só tem como vender, o personagem não pode se drogar neste jogo uhaHUEAHuehaUEHA. O grande lance da contrabando de drogas é que o jeito mais rápido de conseguir dinheiro no jogo. Mas tem que tomar cuidado pois as vezes a policia pode te pegar no ato da venda e será necessário fugir ou mata-los mesmo.
Fazendo milagres no DS
Voltando a falar do jogo, ele tem gráficos semelhantes aos primeiros GTAs, só que muito mais trabalhados. A camera é no mesmo estilo também. É impressionante o que o pessoal da Rockstar consegue fazer. É de longe um dos melhores gráficos do Nintendo DS. Toda a cidade é muito viva e os gráficos são no estilo Cell Shading. Este estilo de gráfico ficou bem legal pois o GTA nunca foi um jogo com estilo de gráfico muito realista e também este estilo funciona bem no DS. Temos cinco rádios no jogo e elas são bem simples comparadas aos dos outros jogos, mas mantém o climao GTA de ser. O mapa da cidade também usa os comandos de toque da tela e pode-se tirar proveito do mesmo com o GPS. Clicando em um ponto do mapa, o jogo fará uma rota para ficar mais fácil de se chegar no local. Isso é uma boa adição já que o mapa do jogo é gigante. Talvez o único ponto negativo do jogo seja a falta de dublagem no jogo na hora das histórias e missões, mas também é querer achar defeito nessa joia da Rockstar. Gritos de dor e xingamentos, estão presentes : )
Terrorismo Portatil
O que seria de um GTA sem terrorismo. Sim, podemos matar todo mundo que quisermos com vários tipos de armas. A minha predileta é o lança chamas, que podemos queimar carros e pessoas por todo o lado. O legal é que algumas pessoas quando estão sendo queimadas tentam te abraçar e Huang começa a queimar junto. Mas é só apertar o botão Y que o personagem rola no chão e o fogo apaga. Em relação aos tiras também tem algumas mudanças. Quando é pego vendendo drogas, robando ou fazendo algum terrorismo aparece uma estrela e um carro na tela. Quando mais terrorismo fizer maior será o número de estrelas e de carros da policia te caçando. A moral que agora um jeito de diminuir o número de policiais atrás do personagem é destruindo os carros dos mesmos. E vale de tudo, atirar granadas, fazer o carro da policia colidir em alguns lugares, metralha-los. O legal que o jogo tem a mira adicionada com o botão R que facilita mais ainda para escolher em qual alvo atirar. Na página www.gamefaqs.com tem todos os códigos do jogo, para quem quer ficar só fazendo terrorismo mesmo.
Resumindo
GTA para Nintendo DS é uma aquisição certa para quem tem o fodalhão portatil de duas telas da Nintendo. O trabalho da Rockstar foi tão bem feito que conseguiram superar até as versões do PSP, que apesar de ser muito mais semelhante tecnicamente que as versões caseiras atuais, faltava vida na cidade pois tinha poucos pessoas transitando e carros. Com certeza este é um dos melhores jogos do DS para este ano. Sempre tem algo para se fazer no jogo e pode se levar para qualquer para dar muitas risadas.
Gráficos: 9,5
Som: 9,0
Jogabilidade: 10
Replay: 10
Diversão: 12 ahEUAheuaHUEAhueaHU
Nota final: 10
Abaixo um video review do Gametrailers.com deste jogo
23/03/2009
Escolhas: melhor não tê-las?
O que é melhor? Possuir uma leque incomensurável de escolhas espalhadas na mesa, ao alcance da mão, e sufocar-se na dúvida de qual é a melhor, ou ser tocado pelas circunstâncias, a seguir somente um rumo, de cabresto colocado, como um burro de carga?

A princípio, qualquer um pende pelas opções. Mas qual a garantia de que estas escolhas não representam todas opções mais desastrosas do que a simples falta delas? E se as opções lhe engolfam e arremessam em um tortuoso caminho, do qual não há volta? Então, terá escolhido sua própria perdição.
18/03/2009
Indústria Gamer no Brasil: minha concepção
"Estamos de volta. Sem muita ladainha, um texto que escrevi, cujo nome basta por explicação. É o tipo de post que ninguém irá ler, mas serve para que eu passe por cima da minha preguiça de logar no blogspot para postar. Pensando melhor... talvez o post sirva para alguém que queira copiar trechos, ou até mesmo a íntegra. E não há necessidade nenhuma de citação da fonte. Quem quiser utilizar as escritas para fins terroristas, esteja à vontade. Reproduzir as palavras com fins de escárnio e deboche? Vá em frente. Para fazer alguma espécie de trabalho semelhante ao que originou-o... sinta-se livre. Só tente evitar que seu professor descubra xD"
A indústria dos video-games segue impressionando. Entretanto, não é mais novidade afirmar que trata-se de uma indústria legítima, séria, e com muito potencial de expansão. Em 2008 viu-se o fenômeno GTA IV, cujo arrecadamento em seu lançamento foi o maior já registrado, levando-se em conta o lançamento de qualquer outro produto já lançado na história da indústria do entretenimento, e aqui pode-se incluir até mesmo fenômenos “hollywoodianos” com suas megaproduções. A venda de músicas para jogos musicais já está no roteiro de inúmeras bandas grandes, sendo o lucro dessas vendas comparável ao lucro das vendas dos álbuns em si. A maior potência do mundo tem como jogadores mais da metade de sua população adulta. E até mesmo a presente crise econômica, que assola as bolsas do mundo inteiro, não foi capaz de derrubar a indústria dos games. Sim, houveram baixas, entretanto o crescimento continua.
Porém no Brasil, a realidade não é bem essa. Não é que não haja lucro, pelo contrário. Diversas empresas estão conseguindo se manter em atividade por grande período de tempo. Grandes empresas do exterior tomaram conhecimento da existência deste setor no país. Até mesmo na área da política buscam-se resoluções mais enxutas para velhos problemas. Entretanto, os valores assombrosos de que tomamos conhecimento através de notícias, a refinada tecnologia de ponta usada nos mais modernos jogos, e a difusão da “cultura gamer” entre todas as camadas sociais, não fazem parte da realidade brasileira.
Gigantes da indústria dos games estão firmando-se no Brasil. Grandes negócios estão sendo fechados no país. A promessa de redução de cargas tributárias para o setor está despertando o interesse de estrangeiros. O país está sendo visto como a grande promessa para desenvolvimento de jogos da América Latina. Fato é, que a indústria é relativamente jovem no país, e enquanto muitas empresas já estão muito bem estabelecidas no ramo de jogos casuais, há uma certa experimentação, por parte das grandes empresas internacionais, para que avaliem o rendimento e a capacidade do mercado nacional.
As empresas que lidam com tecnologia de ponta, que lançam os grandes jogos, com tecnologias complexas, preferem, ao menos por hora, manter o foco dos seus desenvolvedores brasileiros, no simples. Existe um certo receio em dar-se um passo maior que a perna. Isto porque a grande maioria dos títulos lançados no país, são considerados jogos casuais. E pelo histórico dos desenvolvedores, sabe-se que este setor é dirigido com competência no país. No Rio Grande do Sul, são desenvolvidos jogos para grandes campanhas publicitárias. Então além de ser de conhecimento geral a competência para o desenvolvimento deste tipo de jogo no país, o perfil traçado de um típico gamer brasileiro encaixa-se muito melhor com jogos desenvolvidos com tecnologias consideradas mais simples (jogos para celular, webgames, advergames), do que com aqueles mais complexos, mais custosos, e que exigem mais empenho e dedicação, tanto por parte do desenvolvedor, quanto por parte de quem os joga. Esta é a peça-chave na equação de desenvolvimentos de jogos no Brasil. E até mesmo os jogos criados para exportação mantem esse padrão. Muitas vezes, usando-se motores comprados de outras empresas, raras vezes com motores de desenvolvimento próprio. E o uso de motores criados por terceiros mostra-se muito benéfico em diversos casos. Normalmente, os criadores do motor usado proporcionam um excelente suporte aos seus clientes. Não corre-se o risco, por exemplo, de necessitar-se fazer uso de um motor criado por funcionários que não mais trabalham na empresa, e que não estão presentes para auxiliar quando necessário. Talvez isso deva-se justamente aos tipos de jogos que são desenvolvidos no país.
O país já abriu os braços para outras tecnologias. As leis que dizem respeito às cargas tributárias de bens de informática, como microcomputadores e afins, tornaram estes confortos acessíveis ao povo brasileiro. A inclusão digital é um fato. Entretanto, a mesma lei não extende-se aos video-games. As cargas tributárias podem chegar a exorbitantes 270% do valor do produto. Contudo, figuras do cenário político já estão cientes do calibre do lucro que a indústria dos games pode trazer, e já existem projetos para reverter esta tão desfavorável situação. Pode-se tomar como exemplo o México, que ao aderir este pensamento, observa um crescimento assombroso dos lucros na área dos games no país.
Fato é que o Brasil caminha para outra realidade neste setor, e, ainda que a fatia de jogos casuais, de desenvolvimento mais simples, frutos do trabalho de empresas não tão grandes tenha seu lugar garantido no cenário nacional, é grande a probabilidade do surgimento de um novo tipo de desenvolvimento de games no país. As grandes empresas estão iteressadas no país. Grandes desenvolvedores de jogos com tecnologia de ponta e motores próprios, até mesmo para a venda a terceiros, já demonstram simpatia pelopaís, e incentivam o governo a agir de forma mais coerente com relação ao assunto.
A indústria dos games, apesar de ainda não estar madura, não está mais engatinhando no Brasil. Diversas empresas do país, inclusive da região sul, apresentam uma estrutura estável e possibilidades reais de expansão. Ainda que não de maneira formal, fala-se no uso de tecnologia de ponta e da relação de projetos ousados no país. Em grande parte, isto está nas mãos do governo, sujeito ao seu incentivo. Já sabe-se que no país os jogos casuais apresentam um rendimento muito favorável para as desenvolvedoras. E ainda que dependa-se do governo para que haja um movimento inicial com relação à expansão das atividades da área, o uso de tecnologia de ponta para desenvolvimento de jogos, se isto um dia ocorrer, virá a ser uma atividade extremamente nova no país, o que há de apresentar riscos, e também probabilidades de grandes lucros.
A indústria dos video-games segue impressionando. Entretanto, não é mais novidade afirmar que trata-se de uma indústria legítima, séria, e com muito potencial de expansão. Em 2008 viu-se o fenômeno GTA IV, cujo arrecadamento em seu lançamento foi o maior já registrado, levando-se em conta o lançamento de qualquer outro produto já lançado na história da indústria do entretenimento, e aqui pode-se incluir até mesmo fenômenos “hollywoodianos” com suas megaproduções. A venda de músicas para jogos musicais já está no roteiro de inúmeras bandas grandes, sendo o lucro dessas vendas comparável ao lucro das vendas dos álbuns em si. A maior potência do mundo tem como jogadores mais da metade de sua população adulta. E até mesmo a presente crise econômica, que assola as bolsas do mundo inteiro, não foi capaz de derrubar a indústria dos games. Sim, houveram baixas, entretanto o crescimento continua.
Porém no Brasil, a realidade não é bem essa. Não é que não haja lucro, pelo contrário. Diversas empresas estão conseguindo se manter em atividade por grande período de tempo. Grandes empresas do exterior tomaram conhecimento da existência deste setor no país. Até mesmo na área da política buscam-se resoluções mais enxutas para velhos problemas. Entretanto, os valores assombrosos de que tomamos conhecimento através de notícias, a refinada tecnologia de ponta usada nos mais modernos jogos, e a difusão da “cultura gamer” entre todas as camadas sociais, não fazem parte da realidade brasileira.
Gigantes da indústria dos games estão firmando-se no Brasil. Grandes negócios estão sendo fechados no país. A promessa de redução de cargas tributárias para o setor está despertando o interesse de estrangeiros. O país está sendo visto como a grande promessa para desenvolvimento de jogos da América Latina. Fato é, que a indústria é relativamente jovem no país, e enquanto muitas empresas já estão muito bem estabelecidas no ramo de jogos casuais, há uma certa experimentação, por parte das grandes empresas internacionais, para que avaliem o rendimento e a capacidade do mercado nacional.
As empresas que lidam com tecnologia de ponta, que lançam os grandes jogos, com tecnologias complexas, preferem, ao menos por hora, manter o foco dos seus desenvolvedores brasileiros, no simples. Existe um certo receio em dar-se um passo maior que a perna. Isto porque a grande maioria dos títulos lançados no país, são considerados jogos casuais. E pelo histórico dos desenvolvedores, sabe-se que este setor é dirigido com competência no país. No Rio Grande do Sul, são desenvolvidos jogos para grandes campanhas publicitárias. Então além de ser de conhecimento geral a competência para o desenvolvimento deste tipo de jogo no país, o perfil traçado de um típico gamer brasileiro encaixa-se muito melhor com jogos desenvolvidos com tecnologias consideradas mais simples (jogos para celular, webgames, advergames), do que com aqueles mais complexos, mais custosos, e que exigem mais empenho e dedicação, tanto por parte do desenvolvedor, quanto por parte de quem os joga. Esta é a peça-chave na equação de desenvolvimentos de jogos no Brasil. E até mesmo os jogos criados para exportação mantem esse padrão. Muitas vezes, usando-se motores comprados de outras empresas, raras vezes com motores de desenvolvimento próprio. E o uso de motores criados por terceiros mostra-se muito benéfico em diversos casos. Normalmente, os criadores do motor usado proporcionam um excelente suporte aos seus clientes. Não corre-se o risco, por exemplo, de necessitar-se fazer uso de um motor criado por funcionários que não mais trabalham na empresa, e que não estão presentes para auxiliar quando necessário. Talvez isso deva-se justamente aos tipos de jogos que são desenvolvidos no país.
O país já abriu os braços para outras tecnologias. As leis que dizem respeito às cargas tributárias de bens de informática, como microcomputadores e afins, tornaram estes confortos acessíveis ao povo brasileiro. A inclusão digital é um fato. Entretanto, a mesma lei não extende-se aos video-games. As cargas tributárias podem chegar a exorbitantes 270% do valor do produto. Contudo, figuras do cenário político já estão cientes do calibre do lucro que a indústria dos games pode trazer, e já existem projetos para reverter esta tão desfavorável situação. Pode-se tomar como exemplo o México, que ao aderir este pensamento, observa um crescimento assombroso dos lucros na área dos games no país.
Fato é que o Brasil caminha para outra realidade neste setor, e, ainda que a fatia de jogos casuais, de desenvolvimento mais simples, frutos do trabalho de empresas não tão grandes tenha seu lugar garantido no cenário nacional, é grande a probabilidade do surgimento de um novo tipo de desenvolvimento de games no país. As grandes empresas estão iteressadas no país. Grandes desenvolvedores de jogos com tecnologia de ponta e motores próprios, até mesmo para a venda a terceiros, já demonstram simpatia pelopaís, e incentivam o governo a agir de forma mais coerente com relação ao assunto.
A indústria dos games, apesar de ainda não estar madura, não está mais engatinhando no Brasil. Diversas empresas do país, inclusive da região sul, apresentam uma estrutura estável e possibilidades reais de expansão. Ainda que não de maneira formal, fala-se no uso de tecnologia de ponta e da relação de projetos ousados no país. Em grande parte, isto está nas mãos do governo, sujeito ao seu incentivo. Já sabe-se que no país os jogos casuais apresentam um rendimento muito favorável para as desenvolvedoras. E ainda que dependa-se do governo para que haja um movimento inicial com relação à expansão das atividades da área, o uso de tecnologia de ponta para desenvolvimento de jogos, se isto um dia ocorrer, virá a ser uma atividade extremamente nova no país, o que há de apresentar riscos, e também probabilidades de grandes lucros.
07/02/2009
05/02/2009
Daisuke Ishiwatari
Este cara é realmente foda. Ele é o responsável pela série de jogos de luta 2d chamada Guilty Gear, que fez sucesso no mundo inteiro com o lançamento da versão Guilty Gear X, que saiu para fliperama e Dreamcast em 2000, graças a qualidade impressionante para um tipo de jogo que não fazia muito sucesso desde a época de ouro de Street Fighter e King of Fighters. Para quem não conhece série Guilty Gear é a princesinha dos jogos de lutas japas e não é por acaso. A ultima versão Guilty Gear XX Accent Core mostra como se ainda pode se fazer jogos de luta 2d muito mega fodas. Jogabilidade incrivel, bom balanceamento dos personagens e qualidade técnica total do jogo muito foda. Recentemente saiu um novo jogo criado pelo sul-africano Daisuke Ishiwatari(quando falamos criado é criado mesmo, pois ele participa na dublagem de alguns personagens, cria os personagens, sistema de jogo e até o compositor das músicas fodalhões do Game) chamado Blazblue, que é uma espécie de evolução natural de Guilty Gear XX só que com personagens novos, músicas novas e cenários inéditos. É uma pena que este jogo só está prometido para Playstation 3, pois eu tenho um Nintendo Wii hAUEHAuehaUEHAuehaUH Pelo menos Guilty Gear XX Accent Core saiu para o Wii e ficou mega ultra fodalhão hauHEUhueaHUEAhueahU (Brincandeiras a parte, dificilmente este jogo será convertido para Wii. Ele roda na placa de arcade Taito Type X2, que roda gráficos em resolução mega alta tipo Play 3, Xbox 360 e PCs de ultima geração). Eu escrevi toda essa baboseira, mas na verdade o post era mais para mostrar duas trilhas composta por ele. A primeira é "Keep the Flag Flying" de Guilty Gear XX Accent Core e a outra é "Under Heaven Destruction" de Blazblue.13/01/2009
Karas
É um anime mega ultra muito foda. Cheio de sanguinolência do inicio ao fim. No começo, achei estranho as lutas serem em 3d, mas depois esta sensação passou. Este seriado, de seis episódios lançados durante 2005 há 2007, foi feito em comemoração aos 40 anos do estúdio Tatsunoko, responsáveis por séries clássicas como G-Force e Speed Racer(mas não se preocupem Karas é muito melhor que tudo isso). Eu só conheci Karas, porque fiquei curioso de onde teria surgido o personagem de mesmo nome do jogo Tatsunoko Vs Capcom para Nintendo Wii. É bem interessante o anime e de uma ótima qualidade. Tem que ser visto com a mente aberta, já que para muitos(até para mim) é dificil assistir animes com cenas em 3d. Mas como o anime em geral é de extrema qualidade estas cenas são meros detalhes. Fazia tempo que eu não vi um anime com tantas mortes, cenas de sangue, membros voando para todo lado e pessoas sendo comidas por monstros gigantes. É sempre legal ver estes animes onde querem acabar com o mundo AUHEHAUeuaHUEAuheahU O primeiro episódio é bem confuso, mas não precisam ter medo. Podem assistir até o final que é diversão garantida. Abaixo segue os links para os seis episódios lançados do anime, subados pelo grupo Hokkaido.
http://www.megaupload.com/?d=nt6ez5xj
http://www.megaupload.com/pt/?d=vrz66l2e
http://www.megaupload.com/pt/?d=ccrd370l
http://www.megaupload.com/pt/?d=fuvngpjn
http://www.megaupload.com/pt/?d=44kon3pa
http://www.megaupload.com/pt/?d=edw2b863
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07/01/2009
Mushihimesama Futari Black Label
Eu nunca tinha ouvido falar deste jogo. Estava no youtube fazendo umas buscas aleatórias e simplesmente encontrei o vídeo chamado "THE HARDEST VIDEO GAME BOSS EVER!". Olhei o vídeo e bahhh! Realmente este deve ser o chefe mais dificil de todos os tempos hauEHUAhueaHU Depois descobri que se tratava de um fliperama japonês chamado Mushihimesama Futari Black Label e logo após achei um video de um loko que conseguiu vencer o ultimo chefe deste jogo sem usar continues. Tá certo que ele usa algumas bombas para não ser morto pelos milhares de tiros que surgem na tela, mas mesmo assim eu certamente não chegaria nem perto da façanha deste jogador. É tanto tiro que lembra até umas vizualizações do winamp AUHEAUheuaHEAUheauEHAu. O video segue abaixo.
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