Para rever uma das cenas mais emblemáticas do cinema, é só clicar na imagem a seguir:
Parar pra pensar um pouquinho também tá valendo
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12 de out. de 2010
18 de ago. de 2010
Catástrofe
Hoje é um belo dia para se ir ao cinema. Não acham?
24 de jul. de 2010
A Maldição da Câmera Tremidinha
Mas que bela merda! Aí estão algumas horas da minha vida que eu nunca mais vou ter de volta...
Me refiro à estúpida ideia que tive ao longo dos anos, de assistir uns malditos filmes que o pessoal me recomenda... mas não são quaisquer filmes... estes, são dos gêneros que eu mais considero nojento... são aqueles com “câmera tremidinha” e o maldito “retroscripting” (basicamente, uma técnica de filmagem onde aos atores são dadas alguns caminhos a serem seguidos, e em cima disso eles improvisam).
Até onde eu sei – e eu não vou ficar pesquisando sobre esta merda-, isto surgiu com “A Bruxa de Blair”. Quem não lembra da cena da loirinha com a câmera enfiada no nariz, lamuriando-se do desfecho das coisas? E a ceninha -que viria a ser um clichê -no começo do filme, dizendo que “as filmagens foram encontradas na puta que pariu, e ninguém sabe de mais nada”.
O filme, pelo que me lembro, não traz mostras de sanguinolência... na verdade, a grande manobra dele para se tornar assustador é, de fato, a câmera tremidinha e o mimimi dos personagens...
Na época, funcionou bem... o “boom” da itnernet ainda não havia assolado o globo todo... o Brasil ainda... bem... todo mundo sabe... não era qualquer um que iria ao Cadê pesquisar, ou até mesmo questionar a veracidade do filme. A fórmula funcionou bem... câmera tremidinha com retroscripting, terror subentendido, e uma névoa cercando a produção do filme... baixo orçamento e... big money!
Certamente esta grande notoriedade despertou o interesse de muitos cinegrafistas medíocres... aposto que dezenas de produções toscas, das quais nenhuma pessoa normal nem ficaria sabendo, foram feitas...
Até que surgiu outra grande bomba: Cloverfield.
A mesma ladainha... câmera tremidinha, um toque de improviso, uma introduçãozinha... aquela coisinha, pro público sentir os personagens como “mais humanos”... só que desta vez, o orçamento não foi tão modesto... explosões e monstrengos custam caro... de qualquer maneira, este me pareceu o melhorzinho das câmeras tremidinhas...
E temos também o Atividade Paranormal:
Vamos lá: mensagenzinha dedicatória aos personagens no começo... câmera tremidinha... névoa ao redor da produção.. a tentativa de fazer parecer real é tão grande, que os personagens tem os mesmos nomes dos atores... um pouquinho de backscripting... baixo orçamento... BIG MONEY!!!
Repare nas reações arrancadas do digníssimo público... teenagers americanos mentecaptos, prontos para engolir qualquer lixo...
E vou parando por aqui.. mas antes... não posso deixar de falar de REC! Puta que pariu!!
Na boa, chega né? Não dá pra ver porra nenhuma o filme inteiro!! Que o diretor enfie essa merda de câmera no cu! E o pior sou eu, que ainda assisto uma porcaria dessas!
Me refiro à estúpida ideia que tive ao longo dos anos, de assistir uns malditos filmes que o pessoal me recomenda... mas não são quaisquer filmes... estes, são dos gêneros que eu mais considero nojento... são aqueles com “câmera tremidinha” e o maldito “retroscripting” (basicamente, uma técnica de filmagem onde aos atores são dadas alguns caminhos a serem seguidos, e em cima disso eles improvisam).
Até onde eu sei – e eu não vou ficar pesquisando sobre esta merda-, isto surgiu com “A Bruxa de Blair”. Quem não lembra da cena da loirinha com a câmera enfiada no nariz, lamuriando-se do desfecho das coisas? E a ceninha -que viria a ser um clichê -no começo do filme, dizendo que “as filmagens foram encontradas na puta que pariu, e ninguém sabe de mais nada”.
O filme, pelo que me lembro, não traz mostras de sanguinolência... na verdade, a grande manobra dele para se tornar assustador é, de fato, a câmera tremidinha e o mimimi dos personagens...
Na época, funcionou bem... o “boom” da itnernet ainda não havia assolado o globo todo... o Brasil ainda... bem... todo mundo sabe... não era qualquer um que iria ao Cadê pesquisar, ou até mesmo questionar a veracidade do filme. A fórmula funcionou bem... câmera tremidinha com retroscripting, terror subentendido, e uma névoa cercando a produção do filme... baixo orçamento e... big money!
Certamente esta grande notoriedade despertou o interesse de muitos cinegrafistas medíocres... aposto que dezenas de produções toscas, das quais nenhuma pessoa normal nem ficaria sabendo, foram feitas...
Até que surgiu outra grande bomba: Cloverfield.
A mesma ladainha... câmera tremidinha, um toque de improviso, uma introduçãozinha... aquela coisinha, pro público sentir os personagens como “mais humanos”... só que desta vez, o orçamento não foi tão modesto... explosões e monstrengos custam caro... de qualquer maneira, este me pareceu o melhorzinho das câmeras tremidinhas...
E temos também o Atividade Paranormal:
Vamos lá: mensagenzinha dedicatória aos personagens no começo... câmera tremidinha... névoa ao redor da produção.. a tentativa de fazer parecer real é tão grande, que os personagens tem os mesmos nomes dos atores... um pouquinho de backscripting... baixo orçamento... BIG MONEY!!!
Repare nas reações arrancadas do digníssimo público... teenagers americanos mentecaptos, prontos para engolir qualquer lixo...
E vou parando por aqui.. mas antes... não posso deixar de falar de REC! Puta que pariu!!
Na boa, chega né? Não dá pra ver porra nenhuma o filme inteiro!! Que o diretor enfie essa merda de câmera no cu! E o pior sou eu, que ainda assisto uma porcaria dessas!
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